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[Sábado, Julho 26, 2008]
Friends will be friends.
Meu irmão tem um amigo que conhece desde que nasceu. Juro mesmo. Ok, não exatamente desde seus primeiros minutos de vida, mas no primeiro ano de cada um, já se conhecíam. Enfim, é uma amizade que eu acho tão bonita. Eles sempre foram muito unidos, de verdade. Desde pequeninos, sempre foram melhores amigos, não importava o que acontecesse. E continuam assim. Embora cada um tenha ido viver sua vida de seu modo, a amizade permaneceu firme, incrível. Eles ainda se referem um ao outro como "melhor amigo", ainda riem juntos, ainda conversam, ainda se encontram sempre que surge uma oportunidade - e daí, parece que não passam tanto tempo separados, parece que continuam sendo aqueles mesmos moleques (pentelhos, devo acrescentar). É muito difícil encontrar algo assim. Raro, creio eu, muito raro. Mas não impossível. Talvez nunca aconteça comigo. Não que não tenha amizades verdadeiras e maravilhosas, tenho certeza que esse não é o problema. Mas não há como saber o que pode acontecer, por mais que eu dê o meu melhor, então só me resta acreditar e aproveitar essas amizades. Mesmo sabendo que eu possa não ter algo tão duradouro assim, é confortante saber que existe. Em algum lugar.
Is there a doctor?
+ É estranho rever Lost, sabendo o que tava acontecendo durante os acontecimentos. Não faz sentido, mas faz. Muito. (?)
+ Preciso de um show do Ludov. Agora.
+ Por falar em show: parem de confirmar antes de estar confirmado. Meu coração agradece. (Y)
+ Adão e Eva my ass. Vivos e felizes, ok? Merecem, cara. Merecem. Aquele telefonema foi tudo e eles merecem, então Adão e Eva my ass.
[sobrenatural/ludov]
Sobrenatural é eu saber que não serei pra sempre assim.
diagnosed by Mey at 7:57 PM

[Sábado, Maio 31, 2008]
You can dig it up or you can pave it over.
(Sandblasted And Set Free - Maxïmo Park)
Não sei o nome dos caras, muito menos como eles são. Sei que tem um tio muito bacana que usa um chapéu ousado (-n), de cabelo comprido (o tio, não o chapéu), mas não sei o que ele faz na banda (no sentido de que instrumento ele toca, e não no sentido de "que cara babaca, o que diabos ele tá fazendo na banda?!" (chega de parênteses, acho)). Só conheço 12 músicas, que compõe o cd de nome Our Earthly Pleasures, demonstrando minha incrível capacidade de ir atrás de outras músicas da banda. Eu acho que, no fundo, isso se deve ao fato do medo de não gostar delas - já que eu gosto muito das únicas doze que tenho. Mas essas músicas...ah, essas músicas. Me conquistaram.
Enjôo, às vezes, confesso. Mas sempre volto, de braços abertos (?), pro tio de chapéu bacana (-n). E é aí que eu penso (ok, na verdade, não era bem essa a direção do post, mas já que passei por aqui, né): Mariana, querida, por quê diabos então você não procura uma foto deles e seus respectivos nomes? E o motivo é simples: não sei. Não sei mesmo, sei lá, nunca pensei "Como será que eles são, hmmmmmmmmmmmm?" Continuo não me importando. Resisto, bato o pé, não vou ficar correndo atrás de quem não me quer (Mariana, shiu).
(parte do post completamente sem noção, eu sei, mas estou ouvindo Maxïmo Park e deu vontade de falar.)
The Sawyer Song.
Here's a Sawyer, there's a Sawyer, and another little Sawyer, fuzzy Sawyer, funny Sawyer, Sawyer Sawyer, Locke. Sawyer Sawyer, golf club, Sawyer, handcuff, Jin, Danielle, Sawyer, Sawyer Sawyer, Pilot, Sawyer, Sawyer Sawyer Locke. I was once an airplane, I lived in a cave, but I never saw the way Alex is my slave. I was not yet three years dead, but I haunted Jack. And now listen little child, to the man on crack. Did you ever see a Sawyer? Kiss a Sawyer? On a Sawyer, Sawyer's Sawyer, tastes like Sawyer, Sawyer Sawyer, Locke. Half a Sawyer, twice the Sawyer, not a Sawyer, Lawyer, Sawyer, Sawyer in a bar, I saw a Sawyer, Sawyer, Locke. Is that how it's told now? Is it very late? Is it made of aloe juice? Sayid, Michael, Kate. Now my song is running thin, I've run out of stock, time for me to retire now, and become John Locke.
http://www.albinoblacksheep.com/flash/sawyer.php
ou
http://www.youtube.com/watch?v=pxNB7z2XwTQ
Me racho. (?)
Em tempo: sim, foi inspirada na Llama Song.
Is there a doctor?
+ Comofas Sawyer! ._.
+ Que frrrrio.
+ Ando super sem ter o que falar. Desanimada, nem sei.
[nosebleed/maxïmo park]
Now was the verdict worth the trial?
(pega na trema ousada do Maxïmo -n)
diagnosed by Mey at 6:40 PM

[Terça-feira, Maio 27, 2008]
Get Lost
Mey - when it all falls apart (lost) diz:
ana, me rendi aos poderes de lost comofas HSUAUHASUHASUHSHAS *APANHA MTO*
Ana http://azafama.wordpress.com.br diz:
ASHASHASUIHASIHASUIHASIHASIHASUIHSUIIUHSAIAS OUTRA, NÃO!
Logo eu, hein?! Sério, acho que de todos os seriados, Lost era aquele que eu nunca imaginei assistir. Ok, falando assim parece muito exagerado. Mas é mais ou menos isso, mesmo. Eu sempre achei...ahn, besta. Sei lá, a idéia de pessoas presas em uma ilha mega bizarra nunca me atraiu muito. O povo não parava de falar nisso e eu toda “Ai, gente, nem é tudo isso, vai.”
Até que um dia (como sempre), dona Bel começou a assistir. E ela falou que, se eu quisesse, eu devia assistir pelo menos o primeiro episódio, que era muito bom. Fui e baixei o primeiro episódio. Assisti. Morri com o sorriso laranja do Locke. Baixei o segundo, assisti. Irmão veio de Franca, alugamos mais Lost. Assisti. Irmão foi embora, continuei assistindo. Chegou essa sexta-feira, dia 23, comecei a segunda temporada. Ontem, já terminei a segunda temporada. E...vicia. Muito. A ponto de parar e pensar: Gente...eu não assisti NADA além de Lost nesse feriado. Eu sequer ouvi música! o_o
PS: O Sawyer é foda. Assim, muito foda. Assim, MEGA foda, oks. New Sheriff in Town <3
The World According to Sawyer:
http://www.youtube.com/watch?v=ipdiqP9dSeM
(SHAUSHUASUHUSHA O final é o melhor oks. E o ataque de Hurley.)
Heavily broken.
Existem notícias que você espera. Que você sabe que estão para chegar, mais cedo do que tarde. Aquelas para as quais você se prepara, mesmo que isso não queria dizer que elas não vão te afetar. Mas outras...ah, outras não avisam. Sequer deixam pequenas dicas. Simplesmente te deixam olhando pra parede, sem piscar, garganta seca e uma sensação estranha por dentro. Domingo, que era pra ser somente “o dia chato antes da Segunda-feira”, se tornou algo muito pior. Se tornou a partida de alguém tão, mas TÃO querido, que chega a ser absurdo. Absurdo. Ele? Não pode ser, simplesmente não pode. E as saudades, que moravam aqui faz tanto tempo, não vão mais embora.
Is there a doctor?
+ Eu amo o Peanut. Assim, poxa! Assim...a Chief himself, ok? Depois explico direito. (?)
+ Não tenho muita coisa pra falar, acho. Sei lá, hein. (?)
+ Acho que melhorei da paranóia, comofas.
[nada/de ninguém]
Sem trecho de música hoje.
diagnosed by Mey at 2:33 PM

[Quarta-feira, Maio 14, 2008]
Away from here.
A história de como eu comecei a estudar é bem simples, segundo minha mãe. Num belo dia, eu fui com ela levar meu irmão mais velho até a escola. Gostei. Pedi pra ficar lá. Minha mãe até tentou me convencer do contrário, mas eu insisti. Parecia tudo muito divertido, claro. Mais tarde ela voltou, pensando que talvez eu estivesse doida para ir embora. Pior, eu queria ficar. Fiquei até a aula do meu irmão acabar, e amei. Depois disso, veio a matrícula.
E agora, eu pergunto: alguém, por favor, pode me tirar daquele lugar?
Britpop?
Caiu na rede o novo clipe da banda pop inglesa Maroon 5, com participação da cantora de R&B Rihanna . A parceria resultou no single “If I Never See Your Face Again”, que está no novo CD da banda, “It Won’t Be Soon Before Long”. No vídeo, a americana se insinua num vestido decotadíssimo para o vocalista Adam Levine.
Maroon 5 virou banda inglesa, comofas!
E sobre o clipe, ahn, normal. Amei a parte em que a Rihanna passa a mão no cabo da guitarra do Adam (nem um pouco sugestivo, eu sei). Mas posso dizer que eu cansei de ver Maroon 5 tocando numa sala em todo santo clipe? Ok, ok, eles são a banda, a música é deles, o clipe é deles, faz sentido...colocá-los tocando no meio de uma sala. Acontece que tem isso em todo clipe, cara. Alguém coloca eles tocando, sei lá, em cima da Estátua da Liberdade (?).
Sitting, waiting, wishing.
Como fucking fas? Lágrimas, ok. LÁGRIMAS!
Pior que eu não posso falar de House com ninguém, porque cada pessoa tá em uma temporada, eu já tô esperando o próximo episódio da quarta e ninguém, claro, quer saber spoilers. E mesmo quem não se importa em saber spoilers, sei lá, eu acabo não contando tudo direito, né. Perde a graça, mesmo que a pessoa não se importe. Me sinto mal em contar as coisas.
Eu conto pra minha mãe, mas não é a mesma emoção. Ela ri com as coisas que o House faz, fica mal quando pessoas ficam mal (i_i), mas ela não assiste, daí fica difícil.
Por isso, acho super válido dar meu ataque aqui mesmo, no blog.
1- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH eu quero o próximo episódio, por favor.
2- É imaginação, oks. I-MA-GI-NA-ÇÃO, cara! O House NUNCA faria isso, oks. Eu sei, eu sei, é o House. Mas é o Wilson. Assim...não! E o quadro de sintomas. E a pessoa na sala. Pessoas que sofreram acidentes não faríam aquilo, oks.
3- AS MÁQUINAS .___________________________. As máquinas. Sei lá, viu. O abraço, as máquinas, as lágrimas, o fato de não ter retribuição (?). Assim, ai. Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai. Vai cortar MUITO meu coração.
4- Chega.
Is there a doctor?
+ Saudades de Sex And The City.
+ Não quero apresentar trabalho na frente da classe.
+ Odeio física. E química. Quero voltar a ir bem, comofas.
+ Credo, como eu reclamo ._. Vou falar uma coisa feliz então, ahn...tá...passando Friends A_A
[dreamer/uh huh her]
When I'm falling on my knees, you take my hand in yours. What will be, will be.
(Nossa, parece que eu só escuto Uh Huh Her, né o_o)
diagnosed by Mey at 8:12 PM

[Domingo, Maio 11, 2008]
Not much to believe in.
Era de se esperar que eu fosse pular, gritar, dar cambalhotas e correr pro abraço, certo? Ok, eu fui impedida de fazer tudo isso, em parte, pela gripe. No entanto, apesar do ataque básico (“OMG OMG OMG OMG OMG OMG ELES VÊM OMG OMG OMG MEEEEEEEEEEEEEEEO OMGGGGGGGGG CAAAAAAAAAAAAAARAAA MORRI! [insira aqui vários, eu disse vários palavrões, por sinal]), eu ainda não me animei tanto assim. Porque eu já ouvi boatos demais, certo? Fim de 2007 [por Nick Hodgson], Outubro, Tim Festival, começo de 2008 [por Nick Hodgson, de novo], fora Lúcio Ribeiro anunciando um novo show a cada mês – todos inexistentes.
Ok, antes que vocês (?) me chamem de doida, aqui vai o motivo de meu desespero (ou da falta do mesmo):
"(blablabla) os únicos que podem pagar esses cachês são os festivais corporativos; assim, essas bandas só vêm ao Brasil para tocar em festivais corporativos. O Kaiser Chiefs estava em disputa. Fechou com o Planeta Terra."
Fonte: Folha
O Kaiser Chiefs estava em disputa. Fechou com o Planeta Terra.
Fechou com o Planeta Terra.
E o pior de tudo é que eu não acredito. Ao mesmo tempo em que eu fico imaginando o show e fazendo planos, eu não acredito. Tão pouco quero depender disso pra salvar o ano, como fiz em 2007.
Não pode ser, certo? Nunca foi ._. Se pá, nem quando eu estiver no show, vendo eles tocarem bem na minha frente, vou conseguir acreditar. Nem quando eu voltar pra casa, toda estourada, suada e cansada. Nem quando eu rever as fotos, relembrar os momentos. Eu provavelmente nunca vou acreditar u_u
Is there a doctor?
+ Minha camiseta chegou, com o button! *-* Way to go, Reverbcity.
+ Comofas, João Gordo no programa do Sílvio Santos. (ps: não, não estou assistindo o programa do Sílvio Santos)
+ Sem The L Word, sem House, sem Sex And The City. Acabou The L Word, por enquanto. Tenho que esperar o próximo episódio de House (amanhã!). Sex And The City, ahn, acabou faz tempo, mas só terminei de ver tuudo essa semana (com rios de lágrimas).
+ Abso-fucking-lutely! ♥
+ Quero Dead Poets Society, de novo.
+ Pushing Daisies é amor demais.
[wait another day/uh huh her]
Always run where I can, and I hide where I wanna hide.
diagnosed by Mey at 5:39 PM

[Quinta-feira, Maio 08, 2008]
Everyone is telling us something is wrong with us.
Pessoas dão risada, sentem nojo. E eu não sei qual ato é pior, de verdade. Rir por quê? Nojo...do quê?
Mesmo que, para você, seja algo idiota a se fazer. Ainda que seja uma situação diferente de acordo com seu ponto de vista. Não deveria rir. Não deveria sentir nojo.
Everyone is saying we’re lost somehow
I wanna know, do you believe in something?
Everyone seems to have lost themselves in the end.
Is there a doctor?
+ Long lives the fear we’ll be forgotten.
+ Vicodin não renovou contrato comofas. ASHUASHUHUAS
+ Foi estranho. Não como se eu não me importasse. Mas como se eu me...conformasse. Aceitasse. Mesmo que o medo e o corredor da morte ainda estejam aqui.
+ Todd: I can take care of myself just fine, alright?
Neil: No.
Todd: What do you mean, no?
Neil: No ;)
+ Dammit, Phoebe!
[everyone/uh huh her]
It’s a sad, sad world we’re in.
diagnosed by Mey at 6:24 PM

[Sábado, Abril 26, 2008]
Ultimamente eu sinto como se estivesse dando meus últimos passos até uma cadeira elétrica. Meus últimos passos no corredor da morte. É aterrorizante. Não era. Estranhei. Estava relativamente calma. Não mais.
[the show must go on/queen]
Does anybody know what we are living for?
diagnosed by Mey at 1:36 AM

[Domingo, Abril 20, 2008]
Diz que está muito infeliz mas não pára de rir.
Ludov me dá uma leveza de espírito (?). O segundo cd é melhor do que eu imaginava. Tenho a leve sensação de que as músicas são bem parecidas, mas ainda assim. E as letras continuam fodas. Alguns trechos são até melhores. “A vida era longa, às vezes distante. Era promessa que não sei se cumpri. Meus olhos ainda eram diamante. Já chorei à beça, de hoje em diante viraram rubi.” - é, com certeza, meu preferido.
Certeza que passei a gostar bem mais (do Disco Paralelo) depois do dia 15 de Março, o show. Falando assim parece ser algo monumental, né? “15 de Março, O Show”. Enfim, aqui dentro foi monumental mesmo (que meiguice). Um dos melhores dias que eu já tive, realmente. Saudades, hein? De se encontrar, rir. Parece que cada vez se torna mais difícil, mas eu aproveito quando acontce. Aproveito ao máximo, por ter aprendido a não saber quando vai ser a última vez. Quando vai ser o último abraço. Meh.
A vontade de saber me pegou
O tempo vai dizer se estou dançando num caminho bom
A vontade de viver me tocou
Cansei de duvidar e o melhor que faço é fazer o que sei
Is there a doctor?
- Em ordem: Urbana (título do post), Rubi (“A vida era longa...”) e A Espera (”A vontade de saber..."). Todas do Ludov.
- Esses dias me peguei pensando no DollersBR e em dolls no geral. Antigamente parecia que todo mundo fazia dolls. Hoje em dia tenho a impressão de que ninguém mais as faz. Estranho.
- Não tinha muito pra falar, mesmo. Tava ouvindo Ludov e fui escrevendo. Acreditem, não vale a pena escrever um post inteiro sobre a semana de provas e meu 0 em física.
- Como a atuação da Sarah J. Parker conseguiu ficar tão estranha assim da quarta pra quinta temporada de Sex And The City?!
- Dó do Chase, cara. Dóóóó! Awn ._.
- Hmmm, Wilson. Tchurururu ;)
- ‘Cos I don’t ever wanna feel this way again.
- De acordo com a minha mãe, eu to ficando viciada em Neosaldina e por isso vou ficar com dor de cabeça AEAE.
- Ok, não sei como, mas começou a melhorar a dor depois que eu comecei a tomar água (?).
- Meu Nick Bear chegou A_A
- Sei lá, oi. Tchau.
[fugi desse país/ludov]
Essa cidade não conhecerá meu fim.
(ou minha primeira semana de Setembro comofas!)
diagnosed by Mey at 12:14 AM

[Sexta-feira, Abril 11, 2008]
+ Esses dias teve palestra lá na escola. Quinta-feira, pra ser mais exata. Foi legal. Eu fui uma das poucas pessoas que prestaram atenção, o resto tava largado nas carteiras (ok, ok, elas são estofadas e as da nossa sala não, o povo provavelmente tava aproveitando). Enfim, o assunto da palestra era profissão. O que as empresas procuram em um bom funcionário, etc e tals. Foi boa, mas eu não gosto de ser vista ou me ver só como mais uma cabeça numa empresa, como só mais um funcionário, sabe? É estranho. Não consigo me imaginar, como diria Fábio Reis, como uma pessoa que acorda cedo, trabalho 8 ou 9 horas em um escritório fechado e num emprego sem graça, pra depois chegar em casa e jantar assistindo o Jornal Nacional e, por fim, ir dormir pensando nas prestações/contas pra pagar e no sonho da casa própria (?). Eu não consigo me ver assim, de verdade.
+ Um dia eu faço um post com motivos para amar o Fábio Reis, ok? Sério, até minha mãe falou que todo dia devia ter só aula dele, só pra me ver animada quando eu chego em casa.
[Fábio Reis lendo um texto, Vinícius conversando. Professor pede umas duas vezes, com calma, como sempre, pro Vinícius parar de conversar. Mas ele continua conversando.]
Fábio Reis: Será que dá pra você calar essa boca? Eu já mandei você parar umas duas vezes, porra. (algo assim,q)
[silêncio]
Classe: o_______________________o
Fábio Reis: HUAHUAHUAHUA Vocês olham pra mim e não dão nada, né, acham que eu sou bobão u_u Há, sou nada.
<3
+ Travestir(?) o baterista da sua banda preferida é um bom passatempo, fato.
(www.taaz.com)
Is there a doctor?
- Look me in the heart and tell me you won’t go.
- Eu consegui perder o sono com um seriado sobre cirurgias plásticas, Nip/Tuck. Sério, não consegui dormir direito, morrendo de medo que fosse acordar com minhas bochechas cortadas pelo tio mascarado, oi ._.
- Eu podia ter colocado essas duas coisas em cima, no post mesmo, já que ele foi de assuntos aleatórios, mas abafa.
[don’t say goodbye/the veronicas]
I’d rather you hate me than break me.
diagnosed by Mey at 10:32 PM

[Sexta-feira, Abril 04, 2008]
Dream maker, you heartbreaker.
“I Heart NY” é um dos meus episódios preferidos de Sex And The City, tirando aquele sapato horrendo. “If you ever feel lonely” e o “If I ever feel lonely” ganharam meu coração. Assim como a música ‘Moon River’. Às vezes, por nada mesmo, eu deito minha cabeça na mesa onde se encontra o computador, fecho os olhos e fico ouvindo essa música repetidamente.
Creio que poderia ficar assim um dia inteiro, quando me sinto desanimada ou sozinha. Em um apartamento pequeno (ok, ok, confesso que tenho o apartamento da Carrie na cabeça enquanto escrevo essa parte), deitaria num canto, colocaria a música para tocar por horas a fio e ali ficaria, com os olhos fechados, somente imaginando ou...esquecendo. De tudo que me faz mal. Como se eu pudesse ficar ali para sempre, naquela mesma tarde de outono do tal episódio, vendo o tempo passar e as folhas caírem, pulando todo o desânimo, a melancolia, a vontade de não fazer nada. Até o dia em que eu decidisse “voltar” do coma musical (ahn?).
Is there a fucking doctor?
- Não estou em um bom dia, oi.
- Como diriam Bér e Moptop: “nada pra sentir, espero outro dia vir”.
- Odeio o House. (-s, por enquanto u_u)
- Odeio a Carrie. (-n)
- Sem quotes hoje.
[moon river/henry mancini]
There's such a lot of world to see.
diagnosed by Mey at 10:04 PM

[Domingo, Março 30, 2008]
Sometimes I wonder if I disappear
Would you ever turn your head and look
see if I'm gone?
Sabe, antigamente eu sumia por uns tempos. Por ficar sem vontade mesmo de usar o computador, e quando eu fazia isso, nascia em mim uma certa curiosidade de saber quem sentiria minha falta. Quem perceberia que eu tinha sumido. Quem sentiria saudades. Não era o motivo pelo qual eu sumia, mas era curioso observar o momento em que eu voltava e como as pessoas reagiam a minha ausência.
Hoje, não faço mais isso, mesmo que eu esteja sem muita vontade de usar o computador. Não consigo. A curiosidade às vezes bate. Uma coisa meio "Se eu morresse, quem choraria?". Mas a vontade de ficar fala bem mais alto. A preocupação. E se alguém precisar de mim? Precisar desabafar? Eu não me perdoaria caso algo ruim acontecesse e eu não estivesse ali do lado das pessoas que amo, e sei que nem sempre é possível, é a vida. Mas eu procuro ficar o quanto posso. Porque eu aprendi que não sei mais o que pode acontecer, independente da minha vontade. Fora que eu preciso dessas pessoas também. Às vezes, saber que elas estão ali é o suficiente.
Is there a doctor?
- Dr. Cameron: I'm uncomfortable about sex.
Dr. Robert Chase: Well, we don't have to talk about this...
Dr. Cameron: Sex COULD kill you. Do you know what the human body goes through when you have sex? Pupils dilate, arteries constrict, core temperature rises, heart races, blood pressure skyrockets, respiration becomes rapid and shallow, the brain fires bursts of electrical impulses from nowhere to nowhere, and secretions spit out of every gland, and the muscles tense and spasm like you're lifting three times your body weight. It's violent. It's ugly. And it's messy. And if God hadn't made it UNBELIEVABLY fun, the human race would have died out eons ago.
[She pauses to catch her breath]
Dr. Robert Chase: [speechless]
Dr. Cameron: Men are lucky they can only have one orgasm. Know that women can have an hour long orgasm?
Dr. Eric Foreman: [enters]
Dr. Cameron: [as if nothing had just occurred] Hey Foreman. What's up?
- Get carried away, dia 6 de Junho <3.
- Dr. House: Half the doctors who specialize in oncology turned into burned out cases, but you. You eat neediness.
Dr. Wilson: Lucky for you.
Dr. House: You're a functional vampire. Sure you're heroic, useful to society, but only because it feeds you. You don't just have a fetish for needy people, you marry them. You mean it! And then time passes and suddenly they're not so needy any more. Your fault. You've been there for them too much, they're getting healthy, independent. And that's just ugly.
- Ultimamente eu ando tão desanimada. Vontade de dormir e não acordar, às vezes. Vontade de largar tudo, não fazer mais nada ._.
[so jealous/tegan and sara]
I don't wanna be part of the problem. I try so hard to get roughed up.
diagnosed by Mey at 3:47 PM

[Segunda-feira, Março 24, 2008]
Pois bem. Uma de minhas idéias para um post era completamente “Oi, voltei”. Algo, por assim dizer, comemorativo. Bem menos nojento do que o que está por vir. Mas um minuto pode mudar sua vida. Um horário na dentista, pra ser mais exata.
Lá estava eu, de volta à sala de espera. Nenhuma revista velha interessante, os mesmos quadros e a mesma ausência de relógio na sala de espera (!). A porta finalmente se abriu e é aqui que eu vou encurtar a história (ninguém precisa de uma descrição da minha dentista praticamente gritando um agudo “Mariiiiiiiii!”): um simples orçamento se tornou em um dente arrancado e muito, eu disse muito sangue derramado. E não pensem que parou, claro que não. Muito algodão, sorvete e água gelada depois, aqui estou. De novo, com mais algodão. E uma dor de cabeça de acompanhamento. Delícia.
Deixando o papo nojento e desnecessário de lado, enfim, voltei. Não faço idéia de como ou quantos serão os posts. Talvez muitos, talvez poucos. Talvez muito poucos. Talvez – provavelmente – muita paranóia e diversos pensamentos guardados. Alguns ataques básicos sobre seriados, músicas ou simplesmente fatos. Talvez, reafirmando a paranóia já citada, eu morra de hemorragia antes do próximo post, hein?
Is there a doctor?
- Layout do House, óbvio. Até agora não sei se gostei, mas ah, fica esse mesmo.
- House: Tonight, L Word Marathon ;)
Wilson: You watch The L Word?
House: On mute.
Wilson: I think I’ll pass.
(...)
Wilson: Do you Tivo The L Word?
- Sim, os comentários ficam em cima do post, não embaixo. Melhor já deixar avisado. Meus comentários sempre ficaram e sempre ficarão em cima dos posts (seme, sabe como é).
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[le disko/shiny toy guns]
Gonna fuck up your ego, silly boy, gonna make you cry.
diagnosed by Mey at 7:47 PM

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